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sábado, 18 de agosto de 2012

Arte com metal reciclado


O escultor Brian Mock cria obras de arte soldando porcas, dobradiças, parafusos, pregos, folhas de metal, rotores de carro, e muito outros materiais encontrados.

Segundo o próprio Mock, “o desafio de criar uma peça inteiramente original, a partir de uma coleção eclética de objetos descartados, e dar a estes antigos itens comuns uma vida nova e extraordinária, como uma escultura, é um processo desafiador, porém gratificante artisticamente.”









Créditos http://detodaforma.blogspot.com.br/

quinta-feira, 22 de março de 2012

Avatãra Xamã

em Ilustração & Pintura por em 22 de mar de 2012 às 08:18

Os homens, as feras e um laço no impulso inato e maquinal.
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Numa mistura de ilustrações e retratos clássicos, o estadunidense Michael Shapcott, cria uma série de trabalhos, em sua maioria, acompanhados por animais que podem muito claramente simbolizar o instinto inconsciente que está latente em cada um. Não se preocupando em fazer as figuras de forma tão real ele foca na criação de uma resposta emocional a quem vê seu trabalho.

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hermannvherner
Artigo da autoria de Hermann Vherner.
Como prévia aos interessados, curiosos ou mal intencionados, posso dizer que sou Biólogo, Taurino, Tranquilo e Apreciativo. Para mais, terá que experimentar!.
Saiba como fazer parte da obvious.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Gueixas de origami ^.^


Essas Gueixas são marcadores de páginas!*****
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Escolha a sua...

quinta-feira, 23 de junho de 2011

velho chico itinerante

Fique ligado
Mônica Nunes
Quer navegar pelo Rio São Francisco? Se você estiver em São Paulo, vá ao Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque do Ibirapuera, até o próximo domingo. Lá, o mineiro Ronaldo Fraga mostra, com arte, beleza e poesia, uma deliciosa ‘viagem’ pela cultura do “Velho Chico” – apelido carinhoso dado pela população ribeirinha –, ‘a bordo’ do barco a vapor Benjamin Guimarães. Mas onde quer que você esteja, pode curtir este lindo trabalho pelo site da exposição e também pelas fotos que mostramos aqui
Mônica Nunes  Planeta Sustentável- 22/06/2011
Desde menino, o estilista-artista mineiro Ronaldo Fraga é apaixonado pelo Rio São Francisco, sua cultura, sua história e suas lendas. Quando escolheu o "Velho Chico" como tema de sua coleção de roupas femininas, para o verão de 2005/2006, não imaginava que seu trabalho de pesquisa daria nisso: a bela exposição que já encantou mineiros, fica em São Paulo até o dia 26/06 e se prepara para aportar no Rio de Janeiro, no segundo semestre. As próximas paradas serão em Recife e Salvador, mas só no próximo ano.

Um ponto importante desse trabalho é o registro do desastre ambiental e cultural provocado pela transposição do rio, da qual nem se fala mais, mas que está documentada em documentários, fotos e vídeos amadores. Aliás, Ronaldo conta que, desde que lançou a exposição em Belo Horizonte, não param de surgir produções de todos os tipos, relacionadas ao rio. Por isso, cada nova montagem terá mais objetos e informações do que as anteriores.

Vi a exposição de São Paulo três vezes - uma na companhia do artista - e teria voltado outras tantas. A cada visita, a gente nota detalhes que não viu antes e tudo fascina. Vá com seus pais, leve os amigos, indique para a família, os vizinhos, a professora e os colegas. É um super programa para qualquer idade.
Eis uma descrição rápida de tudo o que tem por lá:
- há belas fotos expostas na entrada, além de frases e letras características das culturas ribeirinhas por todo lado;
- 3 mil peixes multicoloridos feitos de garrafas pet enfeitam o teto;
- num canto, a montagem nos leva ao ambiente dos mercados ribeirinhos, muito charmosos, com suas sacas de ‘legumes’ e ‘frutas’. Os vestidos que enfeitam essa área são feitos de latas de conserva;
- uma coleção de malas antigas de todos os formatos e cores chama a atenção: exibem fotos do acervo do Instituto Moreira Salles e vídeos produzidos pelo projeto cinema no Rio São Francisco;
- os visitantes se encantam com os vestidos preciosamente bordados, da coleção do verão de 2005 do estilista. A maioria adoraria tocar neles e, também, pisar no chão de pedrinhas brancas que enfeita boa parte da exposição;
- em uma das áreas da exposição, forrada de fotos antigas, ouve-se a cantora Maria Betânia declamando poemas de Carlos Drummond de Andrade;
- a seguir, uma reprodução muito legal do convés do barco a vapor Benjamin Guimarães, com redes penduradas que simulam (com bonecos de pano) seus tripulantes descansando;
- um documentário com o ator Wagner Moura e sua família - que morou à beira do rio numa das regiões alagadas - é exibido numa pequena sala magnificamente montada com espelhos;
- outra pequena sala convida os visitantes a brincar de pescaria;
- mais à frente, um painel gigante de tecido revela, resumidamente, os 2 mil e 700 quilômetros pelos quais passa o rio, que começa na Serra da Canastra, em Minas Gerais e percorre cerca de 500 municípios em mais quatro estados: Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. Quem não cabulou as aulas de geografia sabe que a Bacia do São Francisco abrange também Goiás e o Distrito Federal;
- Ronaldo pintou, com seu traço característico, algumas figuras que habitam o folclore sobre o rio. Num grande painel estão reunidos o Surubim-Rei, a Mãe d’Água, a cachorrinha d’água, a velha feiticeira e o peixe-homem. Ronaldo contou que adorava "morrer de medo" dessas criaturas ao ouvir as histórias que os adultos contavam. Resultado: ainda este ano, ele deve lançar um livro infantil contando exatamente essas histórias ‘horripilantes’ das figuras lendárias do São Francisco;
- garrafas com a água do Velho Chico - da mais poluída à mais translúcida - exibem lindos rótulos desenhados pelo artista, que indicam a região onde foi colhida a água;
- ao lado, uma parede feita com 5 milhões e 200 mil canudinhos de plástico encanta e dá vontade de por a mão. Quem disse que os visitantes não deixaram suas marcas por lá?
- e, para terminar a ‘viagem’, uma sala redonda, inteira de ‘quadro negro’, convida os visitantes a deixar registradas suas impressões - com textos ou desenhos - sobre tudo o que viram e sentiram na exposição.

Depois de tanta informação, dá vontade mesmo de deixar um recado lindo para Ronaldo.

Clique aqui para ver as fotos que ilustram tudo que contei aqui.

Quer saber mais? Navegue pelo site da exposição e pelas reportagens do Planeta Sustentável indicadas a seguir:

- Mostra de Ronaldo Fraga chega à São Paulo
- Ronaldo Fraga: navegando as águas do Velho Chico
- Rio São Francisco bordado por Ronaldo Fraga

domingo, 12 de junho de 2011

CRIS DAKINIS RECEBE SUA PREMIAÇÃO EM CABO FRIO/RJ

*Maria Melo, Blandina Terra, Izabelle Valladares,
Cris Dakinis,Carlos Alberto Sousa e Rodrigo Poeta.

*A poetisa Cris Dakinis recebeu no dia 11/06/11 em Cabo Frio/RJ, na Livraria Boulevard a sua premiação de terceiro lugar pelo V CONCURSO POESIARTE DE POESIA realizado por Rodrigo Poeta com a poesia "Confeitaria".
*Cris Dakinis recebeu das mãos do jurado e presidente da Academia de Artes de Cabo Frio/RJ, Carlos Alberto Sousa a Medalha da Academia de Letras e Artes do Estado do Acre, o diploma pelas mãos da acadêmica e escritora Izabelle Valladares, o livro do acadêmico Jailson Santos "Zumbi: Guerreiro, Rei e Mártir dos Palmares" pelas mãos do organizador do V CONCURSO POESIARTE, o acadêmico Rodrigo Poeta.
*Recebeu também pelas mãos da acadêmica Janete Faria a tela de sua autora de título "Marina".



-Vejamos algumas fotos da premiação:

acesse, link aqui.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O barroco e a arte contemporânea

Redação em 02/06/11

O Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza recebe a exposição coletiva “Eco Barroco”, com curadoria de Rafael Limaverde e Simone Barreto, até o dia 17 de junho, com entrada Catraca Livre.
divulgação
Exposição fica em cartaz até o dia 17
Participam da exposição os seguintes artistas e coletivo de artistas: Euzébio Zloccowick (fotocolagem); Robézio Marqs, Henrique Viudez, LeoBdss (técnica mista); Francisco de Almeida (xilogravura); Diogo Braga (vídeo-instalação); e o Grupo Acidum (grafite/stencil).
A exposição reflete sobre a proximidade da arte contemporânea e o barroco. Artistas de diferentes linguagens foram convidados para uma compilação de múltiplos ecos do barroco na atualidade, não só resgatando este estilo como o aproximando dos dias de hoje, promovendo instigante debate entre artistas e épocas. As linguagens contempladas são fotografia, grafite, pintura, vídeoarte e xilogravura.
Após a Arte Moderna, que se esbaldou da nova tecnologia, a Arte Contemporânea surgiu procurando revisitar o passado, manifestando-se muitas vezes em técnicas aparentemente “acadêmicas”.
Arte Contemporânea se vê frente à mesma experiência do Barroco. Movimento posterior a época de grande avanço racional e tecnológico, se utilizando dessas possibilidades, porém dentro de uma nova configuração. O artista contemporâneo divide olhar entre as inovações do mundo globalizado em frenética transição, e suas tradições, sua espiritualidade. Experimentam um retorno às antigas técnicas e conhecimentos. Uma ressignificação de conteúdos e formas, um olhar não apenas técnico mais transcendente do mundo.
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Arte latino-americana se destaca em Londres


LONDRES — A arte brasileira e latino-americana ganha nova visibilidade em Londres com a segunda edição da feira de arte moderna e contemporânea Latino-Americana PINTA, uma vitrine para mais de 100 artistas consagrados e emergentes de um continente que se destaca e pisa cada vez mais forte na Europa.




Cerca de 60 galerias dos dois lados do Atlântico participam até quinta-feira do evento no centro de convenções Earl's Court, que a cada dois anos acontece entre a Bienal de Veneza e a Art Basel na Suíça.




"PINTA serve para muitos artistas como plataforma para poder entrar nessas feiras mais globais", explica o presidente da feira, Alejandro Zaia.




A PINTA Londres, que por enquanto atrai mais instituições e colecionadores privados do que o público geral, abrange seis décadas de arte latino-americana com pinturas, esculturas, instalações, fotografias e vídeos, mas com uma forte influência do movimento conceitual dos anos 70 e 80.




Quatro exposições individuais prestam homenagens a alguns importantes artistas como os brasileiros Regina Silveira e Waltercio Caldas, além do mexicano radicado no Brasil Felipe Ehrenberg e do argentino Eduardo Costa.




Para o autodidata Ehrenberg, que este mês completa 68 anos, a PINTA é a primeira feira depois de ter iniciado uma nova fase em sua vida com "Manchúria, visão periférica", una retrospectiva de 50 anos de trabalho apresentada com êxito no México, Estados Unidos e Brasil a partir de 2007.




"Desde então tenho uma galeria brasileira e agora está me levando de um lugar para outro", explica à AFP, visivelmente satisfeito de voltar à cidade onde viveu durante seis anos a partir de 1968, antes de descobrir sua "vocação latino-americanista" que o levou de volta às raízes.




Sua galeria Baró, em São Paulo, guarda obras desde os anos 70 até hoje e explora alguns dos seus temas prediletos como a manipulação da informação, a ocupação do espaço, entre outros.




A responsável do stand, Marta Ramos, destaca que para sua galeria o principal da PINTA é que "tem um programa institucional muito bom".




A feira criou, desde que foi criada em 2007 em Nova York, o programa de aquisições para museus, no qual este ano participam a Tate Modern de Londres, o Centro Pompidou de Paris, a Coleção de Arte Latino-Americana da Universidade de Essex e o Museu de Arte Contemporânea de Castilla e León.




O programa consiste em disponibilizar fundos destas institucições para que sejam multiplicados e totalmente investidos na ampliação das coleções na feira, que segundo os organizadores "encoraja as galerias a levarem o que temos de melhor".




Luciana Brito, de uma galeria de São Paulo, que apresenta a obra "Quimera", um jogo de luzes e sombras da veterana Regina Silveira, 73 anos, decidiu ir à capital britânica porque os colecionadores europeus "estão cada vez mais interessados na arte brasileira e latino-americana".




Para Luis Guillermo Moreno, diretor da LGM Arte Internacional de Bogotá, Londres "é o lugar onde estão os maiores colecionadores do mundo", que devem aproveitar que "a arte latino-americana está ganhando força em leilões e feiras" atualmente.




A LGM levou à PINTA dois retratos do consagrado Santiago Botero, que acaba de quebrar recordes num leilão em Nova York, e obras de artistas mais novos como Alfonso Álvarez e Gustavo Vélez.




Outras poderosas propostas são 11 projetos de artistas emergentes especialmente selecionados, entre os quais se destacam "paisagens urbanas" do guatemalteco Darío Escobar, feita com bastões de beisebol, e "Prosopopeia" da brasileira Rivane Neuenschwandertschander, uma peça de arte conceitual interativa que recria jogos de palavras a partir de materiais orgânicos como laranjas desidratadas e ovos.




Os preços das obras variam entre 5 mil e 50 mil dólares para os emergentes, e chegam a "centenas de milhares" de dólares para os artistas consagrados internacionalmente, um preço no entanto acessível para colecionadores.




"Desde que começamos a Pinta fica cada vez mais difícil para nós mesmos comprarmos a arte de latino-americanos, porque cada vez é mais cara", afirma Diego Costa Peuser, diretor da PINTA, antes de acrescentar: "É um reconoconhecimento aos nossos artistas".



Fonte: AFP

quinta-feira, 2 de junho de 2011

O Curinga de Búzios: Em Cabo Frio muitos querem holofotes, mas a estrel...

O Curinga de Búzios: Em Cabo Frio muitos querem holofotes, mas a estrel...: "De tempos em tempos, a nossa cultura popular nos presenteia com exemplares vivos de sua beleza e originalidade. Quase que em um avatar messi..."

Arte

METRÔ EM AQUARELA

Dia desses entrei no site do Metrô de São Paulo para pesquisar um endereço e achei um link interessantíssimo: a artista Diana Dorothèa Danon vem registrando em aquarela a construção das novas estações.

Veja:

De imediato lembrei-me dos registros de Debret em sua Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil no século XIX e das fotografias feitas por Militão A. de Azevedo na provinciana cidade de São Paulo no começo do século XX.

Camila Lia
AEP 10 ANOS
http://www.arteducacaoproducoes.com.br/

domingo, 29 de maio de 2011

Mafalda e o Mundo

Mafalda e o Mundo

Mafalda, a menina de 6 anos preocupada com a Humanidade, a paz mundial, os direitos humanos, a luta de classes, o capitalismo, a política e que se rebela contra o estado do mundo, foi desenhada pelo argentino Quino para um anúncio de electrodomésticos!

Umberto Eco, em 1969, definiu a Mafalda como “uma heroína zangada que recusa o mundo tal como ele é”.

Em 1976, a pedido da UNICEF, Quino ilustrou para o Ano Internacional da Criança, os 10 princípios da Declaração dos Direitos da Criança.


sexta-feira, 27 de maio de 2011

Antas Pintoras 2011: arte a favor da conservação

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Home > Últimos Destaques > Antas Pintoras 2011: arte a favor da conservação






IPÊ promove exposição e leilão de quadros pintados por antas de zoológicos.



O IPÊ realiza no dia 15 de Junho de 2011, no Zoológico de São Paulo, uma exposição e leilão de telas pintadas por antas de cativeiro em zoológicos norte-americanos. O evento "Antas Pintoras" é organizado em parceria com a Fundação Zoológico de São Paulo, IUCN/SSC Tapir Specialist Group (Grupo Especialista de Antas da União Internacional para a Conservação da Natureza) e Zoológico de Houston nos Estados Unidos.

A exposição contará com 29 pinturas doadas por seis diferentes zoológicos dos Estados Unidos, onde vivem as “artistas” (zoológicos Brevard, Brookfield, Houston, John Ball, San Diego e Woodland Park).  As telas foram pintadas pelas antas com auxílio de tratadores utilizando tintas orgânicas comestíveis que não prejudicam os animais. O resultado são quadros abstratos bastante coloridos e únicos! Confira a galeria de imagens em: https://www.facebook.com/#!/pages/Evento-Antas-Pintoras-2011/212973388731874

Esta é uma maneira diferente de chamar atenção para a causa da conservação da Anta Brasileira, divulgando informações sobre a espécie, seu estado de conservação e problemáticas conservacionistas, bem como a urgência de sua proteção nos diferentes biomas brasileiros onde ela vive. Os recursos arrecadados através do leilão das obras serão revertidos para as atividades de pesquisa e conservação da Anta Brasileira realizadas pelo IPÊ na Mata Atlântica (SP) e Pantanal (MS).

“Esta é a primeira vez que um evento como esse é realizado com antas. Eventos similares já foram realizados no passado com orangotangos e elefantes.  É uma maneira criativa de fazer com que os animais em cativeiroo contribuam para a sobrevivência e conservação de animais na natureza. As pessoas que adquirirem as pinturas terão em mãos obras bastante diferentes de tudo o que existe e ainda estarão contribuindo para a sobrevivência da espécie na natureza”, afirma a pesquisadora do IPÊ Patrícia Medici, coordenadora da Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira, presidente do Grupo Especialista de Antas da IUCN - International Union for Conservation of Nature (União Internacional para a Conservação da Natureza) e idealizadora do evento.
 
Na exposição, além de conhecerem obras das antas, os visitantes terão oportunidade de saber por meio de vídeos como elas foram feitas, e obterem informações específicas sobre cada “artista” através de biografias e fotos. Ao lado de cada obra estará disponível um formulário para que os convidados possam dar seus lances no leilão silencioso, a partir de R$200,00.

Artistas e fotógrafos brasileiros apoiam o evento: clique aqui e saiba mais.

Siga as artes das antas também no Twitter: http://twitter.com/artesdeantas
                                                                                @artesdeantas


sábado, 23 de abril de 2011

Exposição

Notícia em Quadrinhos: Exposição “6 bilhões de Outros” no Masp

domingo, 10 de abril de 2011

Desenhos

Sem Título .-.

Sem idéia para título do desenho...'-'
(clique no desenho para ver maior...)
Francisco
mais informações, link aqui.

domingo, 6 de março de 2011

IVAM Instituto Valenciano de Arte Moderna

Matta

Matta
15 Feb - 01 May 2011
 Matta, artista de quien se celebra en 2011 el centenario de su nacimiento, es una de las figuras más significativas del arte del siglo XX, por su relevancia como miembro del grupo surrealista y su enorme influencia en el desarrollo del expresionismo abstracto americano y, sobre todo, por ser un artista completo, visionario y precursor de las relaciones del arte de la ciencia y la naturaleza, y del papel primordial del arte en el desarrollo integral del ser humano.
Nació en Santiago de Chile, el día 11 de noviembre de 1911, en el seno de una familia acomodada de origen vasco. Realizó sus estudios primarios con los jesuitas, en el Colegio de los Sagrados Corazones de Santiago. Más tarde cursó sus estudios universitarios en la Escuela de Arquitectura. En 1933, concluida su formación universitaria, viajó a Europa, conoció a Le Corbusier y durante algunos años trabajó en su estudio. En 1935 residió durante algún tiempo en Madrid, donde gracias a su familia entró en contacto con el mundo cultural y artístico, del que guardó siempre el recuerdo del enorme impacto que le causó Federico García Lorca.
Trabajó, asimismo, en el Pabellón de la República Española de la Exposición Internacional de 1936 en París. Allí conoció a artistas como Picasso –que estaba pintando el Guernica–, Miró, Magritte, o Calder.
Por medio de Dalí y gracias a la recomendación que le había dado García Lorca, conoció a André Breton, quien lo invitó a formar parte del movimiento surrealista en 1937, publicando en la revista Minotaure y participando en la famosa Exposición Internacional del Surrealismo de 1938. Durante este período conoció a prominentes artistas contemporáneos, entre los que ocupó un lugar privilegiado Marcel Duchamp, al convertirse en una decisiva influencia en su obra y en una amistad que se prolongaría a lo largo de los años.
En 1939 se trasladó a Nueva York, donde sus obras, pobladas de formas biomórficas unidas a su deslumbrante personalidad y a las innovadoras ideas y técnicas de su estilo, le convirtieron en el centro de atención de los pintores de la New York School, como Robert Motherwell, Jackson Pollock, William Baziotes y Arshile Gorky, entre otros, siendo decisiva su influencia en el desarrollo del expresionismo abstracto americano y su papel de puente entre las ideas artísticas europeas y el nuevo arte americano.
En 1948, después de romper con los surrealistas, regresó a Europa y se instaló en Roma. A partir de entonces y hasta su muerte, viajó mucho y vivió entre Tarquinia (Viterbo), a 72 km de Roma, París y Londres.
En 1957 el MoMA de Nueva York realizó una retrospectiva de su obra, que también fue mostrada en Minneapolis y Boston. A lo largo de su vida realizó exposiciones como la que en 1985 tuvo lugar en el Musée national d’Art moderne - Centre Georges Pompidou, de París, y su obra está representada en las colecciones de los museos más prestigiosos de todo el mundo.
Fiel al compromiso social que mantuvo como artista durante toda su vida, se implicó en los movimientos sociales de su tiempo y realizó diversos viajes a Cuba. En 1970 visitó varios países árabes, manteniendo encuentros con artistas e intelectuales del lugar, y pintó también para el movimiento de liberación de Angola. En 1972, invitado por el presidente Allende, regresó a Chile, donde trabajó en murales colectivos y realizó numerosas obras en las que, más allá de describir las realidades sociales, consiguió hacer patentes las “estructuras emocionales”.
Matta continuó trabajando intensamente hasta el final de su vida, dejando un legado que abarca las más diversas disciplinas artísticas: pintura, dibujo, arquitectura o poesía; y que escapa a las categorías habituales, tratando de implicar por completo al espectador en un universo propio en el que aparecen el espacio y el tiempo, la comunicación, la revolución cósmica y la vida de los hombres sobre la tierra; sin olvidar la naturaleza poética, la transformación del inconsciente y del deseo de sus obras más tempranas.
Falleció en su residencia de Tarquinia en noviembre de 2002.

créditos, link aqui.

A ARTE DOS LIVRES PENSADORES: São Bento de Núrsia...

A ARTE DOS LIVRES PENSADORES: São Bento de Núrsia...: "'Crux Sacra sit mihi lux;non draco sit mihi dux;vade retro satana!;non suad mihi vana;sunt mala quae libas;ipse venena bibas.' Tradução:'A ..."

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Cultura Brasil

Mostra aborda relações culturais entre Brasil, Portugal e África portuguesa

pelo Diário de Pernambuco
As identidades e diferenças entre o Brasil, a África lusófona e Portugal, na arte e na cultura, estão em cartaz até 17 de abril, no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro. O projeto Terceira Metade reúne exposições, mostra de cinema, seminário, lançamento de um livro e de um site, numa iniciativa que conta com o apoio do Ministério da Cultura.
De acordo com Marta Mestre, uma das curadoras do Terceira Metade, o projeto parte da ideia de olhar para três geografias que sempre estiveram unidas, não só por sua história, mas pela língua e, mais que isso, por um diálogo em comum. “Além da cultura baseada na língua portuguesa, também compartilhamos imagens, patrimônios simbólicos, políticas culturais, profissionais de cultura que circulam de um lado para o outro”. Ela explicou que ideia de uma “terceira metade”, que dá nome ao projeto, remete à ideia de “um lugar alternativo para a cultura, à margem do olhar ocidental, europeu”.
Um dos destaques da programação é a mostra que reúne trabalhos da artista brasileira Tatiana Blass, do português Manuel Caeiro e do angolano Yonamine. Eles criaram obras – pinturas, instalações e vídeos – especialmente para a exposição, mas que interagem com a arquitetura modernista do MAM.
O Terceira Metade também terá um espaço dedicado a uma exposição de obras de fotógrafos africanos que fazem parte do acervo do colecionador Gilberto Chateaubriand. Ainda dentro do projeto, será promovido, nos dias 29 e 30 de março, um seminário sobre as relações e as formas de representação da cultura no eixo Brasil, África e Europa. O evento vai reunir curadores de arte, pesquisadores, economistas, antropólogos e escritores.
A programação completa do projeto está disponível nos sites www.terceirametade.com.br e www.mamrio.com.br.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Artes 100 Fronteiras

“UM OLHAR PARA NOSSA CIDADE”

Convite da Exposição
“UM OLHAR PARA NOSSA CIDADE”
Abertura: 11 de fevereiro de 2011, às 19 horas
MUSEU DE ARTE MODERNA DE RESENDE
"Acreditando na ação transformadora da arte"
 
créditos,link aqui

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Blog da Cultura

Cyber quadrinhos, hiperquadrinhos ou quadrinhos virtuais? A influência da internet nas HQs

por Kelly de Souza | HQs O nome ainda não está bem definido, mas começa a ser discutido. Em pleno século 21, com o avanço tecnológico, as HQs ou gibis, como são popularmente conhecidos, ganham um novo espaço: a internet. No Dia do Quadrinho Nacional, que foi comemorado ontem (30), Worney Almeida, representante da Associação de Quadrinhistas e Cartunistas do Estado de São Paulo, explicou que apesar de não existir uma denominação específica, muda o suporte de produção que passa a ser eletrônico e não mais de papel. “O quadrinho sempre esteve ligado ao impresso e por isso será uma arte nova [com a internet], que ajuda muito, especialmente o pessoal alternativo, a vender suas revistas. Tem sido bom para a gente”, disse ele...continue lendo, acesse aqui

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A ARTE DOS LIVRES PENSADORES: Machado de Assis...Handel...

A ARTE DOS LIVRES PENSADORES: Machado de Assis...Handel...: "Georgia O'Keeffe MACHADO DE ASSISUM APÓLOGOERA UMA VEZ uma agulha, que disse a um novelo de linha: — Por que está você com esse ar, toda ch..."