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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Artesã da etnia Guató é remanescente de prática sustentável secular

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Vila do Artesão

Cultura é sempre bom, então vamos ouvir um pouco de História para começar.



Ela nos conta que as guirlandas já eram usadas pelos antigos gregos como símbolo da vida, da imortalidade, da força e da cura. As pessoas eram presenteadas com as guirlandas como uma celebração dessas bênçãos e o hábito estava diretamente vinculado ao divino. Nessas ocasiões eles já usavam plantas específicas, que representavam todos esses dons.


As guirlandas


simbolizam vida,


eternidade, força e


cura.



Eram as preferidas, as sempre-vivas, folhas de louro, galhos de pinheiro e cedro. Daí vieram os louros olímpicos e também as grinaldas das noivinhas felizes. E também o hábito de pendurar guirlandas nas portas das casas como mensagem de boas-vindas. Legal, né? Gostei disso.









Gente, a natureza nos oferece uma porção de materiais incríveis para decorarmos nossas casas. As guirlandas, hoje em dia, são mais usadas nessa época de natal, mas elas combinam com qualquer época do ano. Bom, isso é assunto pra outro dia. Vamos agora mesmo fazer duas lindas guirlandas de folhas e trigo, que é para manter essa tradição tão antiga de receber bem os amigos e familiares antes mesmo deles entrarem.


Para a guirlanda de folhas:













uma base de espuma floral
Folhas de louro e cedrinho comum



A montagem exige apenas paciência, mas vale à pena pelo aroma que ela vai deixar. Deixe a espuma de molho na água, segundo as instruções do fabricante, espere o tempo de escorrimento e comece a montar a guirlanda espetando as folhas de louro. Espete os galhos do cedrinho entre as folhas do louro. Espete, também, alguns galhos secos, para dar mais charme ao arranjo. Outra opção é dar toques com folhas verdes de outras espécies. Na imagem, por exemplo, vemos flores de alcachofra. Já que a espuma vai fazer seu arranjo durar, a dica é misturar e inventar.


Para a guirlanda de trigo:







uma guirlanda de capim
galhos de trigo



Essa é bem mais simples, mas ainda é preciso paciência. Basta espetar galho por galho até completar toda a guirlanda. Quanto mais galhos de trigo, mais linda a guirlanda. Que cruel. Não dá nada, é só demorado. Cuidado para não quebrar os galhos de trigo enquanto espeta. A dica é encaixar algumas folhas secas junto com o trigo. Dá charme para os votos de boas festas.


Seguinte: pesquisei por aí e encontrei espuma floral da Oásis por R$ 6,00, mas tem que procurar, e a guirlanda de capim por R$5,00 em média é da Daiara Artes. A espuma você encontra em lojas de jardinagem e a guirlanda de capim em casas de artesanato. Veja em sua cidade.


Fez uma guirlanda? Cadê que ainda não me mandou as fotos, heim?


A dica veio da Better Homes.


créditos link aqui .

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Artesanato

OLHANDO PARA ECKHOUT
 
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Insisto no tema: quando o artesanato é de tradição, a interferência no saber fazer deve se orientar por uma única palavra: respeito. Respeito ao mestre e à sua perícia, aos artesãos e à sua tradição, respeito ao entorno, ao meio ambiente, especialmente nos casos em que a matéria-prima do artesanato é obtida por meio do extrativismo, como acontece com os trançados, o entalhe em madeira e a cerâmica.
Como proceder para que a recomendação não seja meramente retórica? Ou, mais complicado, para que o respeito almejado não se renda ao imobilismo preservacionista?
O respeito nas políticas de valorização do artesanato de tradição deve partir de um gesto simples: olhar para o que é feito e buscar estabelecer com esse produto de artesanato e com o seu artífice - mestres e artesãos - um diálogo delicado. Estabelecer pontes com o mundo, alargar fronteiras sem atropelar o que sustenta o processo criativo e o ritmo próprio de quem sabe fazer.
Bom exemplo vem de Pitimbu, município de cerca de 14 mil habitantes situado no litoral sul da costa paraibana, onde um grupo de artesãos se formou em torno da mestra Dona Zefinha (Maria José do Nascimennto), beirando, à época,  70 anos de idade.
Dona Zefinha tem muito orgulho do seu saber fazer: um delicado trançado feito com a fibra de coco, aprendido em menina e aperfeiçoado numa longa vida de luta. Sabemos que o domínio de uma técnica proporciona respeito próprio e individualiza a pessoa que detém a perícia. Dona Zefinha, como todo mestre artesão, costuma exibir sua capacidade para os outros como uma forma de conquistar prestígio e receber elogios. Mas a exibição da maestria, algo inerente a quem a detém, também pode ser motivada pelo esforço de ensinar aos outros, de orientá-los. É isso que o Artesanato Solidário procura reforçar nos mestres: a exibição da perícia motivada pela própria capacidade de transmiti-la a outras pessoas da localidade.
Para obter a delgada fibra de coco para o trançado, Dona Zefinha ensinou aos aprendizes mobilizados para participar do projeto desenvolvido pelo Artesanato Solidário a utilizarem uma tampa de lata, do tipo Leite Ninho ou Nescau, repleta de furos de diversos diâmetros. As fibras, depois de muito bem lavadas e desfiadas, são passadas e repassadas nessa peneira irregular até se tornarem finas e maleáveis o bastante para serem trançadas.
No início, poucos conseguiam “levantar” uma cesta, ou seja, criar objetos tridimensionais, embora a maioria já estivesse familiarizada com a preparação da matéria-prima e com os pontos do trançado. Assim, em pouco mais de três meses, e superando algumas dificuldades de aprendizado e de relacionamento entre eles, o grupo de artesãos estava formado e todos suficientemente aptos para produzir a peça ensinada pela mestra: uma cestinha, cuja tampa traz em uma das extremidades a cabeça de uma galinha e em outra, o rabo.
Mas o processo de produção atingira seu ponto crítico. O problema não estava no fato de os aprendizes produzirem, com variados graus de habilidade, as cestas-galinha, tornado-as desiguais em qualidade, mas sim no de apenas reproduzirem a peça autoral da mestra Zefinha e não tentarem nenhuma inovação. Se a imitação do mestre serviu ao aprendizado, era necessário superá-la, criar novos produtos, libertar os artesãos da peça- modelo, torná-los também criadores e protagonistas. Mas como proceder? Desenhar outros objetos para que os artesãos os copiassem? Contratar um designer para ministrar oficinas de criação?
Enquanto se imaginava uma saída, indagou-se aos artesãos por que faziam sempre a mesma cestinha da mestra, sem alterar uma só pena da galinha representada. Na pronta resposta - “fazemos o que costumamos ver” - estava a pista: era preciso ampliar o repertório dos artesãos, educar o olhar.
Numa dessas boas coincidências da vida, acontecia na época em Recife, distante poucos quilômetros de Pitimbu, uma exposição dos quadros de Eckhout, pintor holandês que retratou o povo e a paisagem pernambucana a convite de Maurício de Nassau, então governador dessa capitania.  Em um acertado insight, o Artesanato Solidário promoveu12 o encontro dos artesãos de Pitimbu com a arte de Eckhout.
Na visita à exposição, os artesãos descobriram novos modos de ver, perceberam que a exuberância das frutas e flores tropicais presentes nos quadros do pintor holandês lhes era próxima e poderia ser traduzida em trançados tridimensionais com a fibra de coco. Nascia assim a coleção de flores e frutas de Pitimbu, à qual desde então, os artesãos incorporam novas criações.
Mais do que uma experiência com a arte de um pintor que vivera três séculos antes e percorrera a mesma região, os artesãos de Pitimbu aprenderam a olhar para o entorno e para o mundo de modo diferente.
A promoção desse diálogo não aconteceu por acaso; ao contrário, mostra uma intenção que se orienta por uma noção de cultura popular entendida como compromisso, voltada para apreender diferenças, mas não para impor limites. Cultura popular, no melhor uso da expressão: desejo de ultrapassar fronteiras e estabelecer comunicações.
Assim, na conceituação e no entendimento de cultura popular, bem como no trabalho com suas expressões, no caso o artesanato de tradição, o desafio deve ser sempre o de ampliar o leque de possibilidades e de redistribuí-las.
 O encontro dos artesãos de Pitimbu com Eckhout é uma possível tradução do respeito que deve orientar nossas ações.

Autor:
Helena Sampaio

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Artesanato

Luminárias Naturais, Estilosas e Ecológicas




O projeto de luminárias Bambhoo produz lindas luminárias utilizando matérias-primas naturais como o bambu, palha de buriti e papel com fibra de algodão.
A Bambhoo começou o seu projeto de lindas luminárias a 10 anos atrás. Lígia Miguez a proprietária e designer da empresa criava formas e utilitários como hobby.
Lígia, começou assim, sem pensar muito e utilizando tiras de bambu e papel reciclado com fibra de algodão decoradas com folhas e flores que coletava em jardins fez um presente de aniversário à uma amiga criando a sua primeira luminária.



Continuou produzindo só para ela e para presentear amigos e um dia quando uma amiga arquiteta encomendou algumas luminárias para um projeto Lígia começou a testar outros materiais.
As luminárias foram fazendo sucesso e os pedidos crescendo então Lígia criou uma linha de luminárias produzindo formas e tamanhos diferentes, lançou o site da empresa e participou de feiras especializadas como a Craft Design.
O resultado depois destes 10 anos de trabalho e carinho são luminárias lindas de extremo bom gosto que trazem um charme e aconchego em qualquer lugar que vocês a coloquem. Nós indicamos!
As peças são feitas sob-encomenda e a empresa entrega para todo o Brasil. Para conhecer mais e comprar a sua entre em contato com a empresa através do e-mail: ligiamiguez@gmail.com ou acesse o site: Bambhoo


Mais: Bambhoo
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Sobre o autor:

Barbara Jorge
Barbara Jorge ( )
Naturopata e Terapeuta ayurvédica. Site: http://www.barbarajorge.com.brcréditos, link aqui

terça-feira, 19 de abril de 2011

Artesanato

Artesãs de palha do PI incrementam produção e já atendem a Finlândia


Serrate Maria souza Gonçalves, presidente da Associação deos Artesãos em Trançados da ilha Grande de Santa isabel. (Foto: Anay Cury/G1)Serrate Maria Souza Gonçalves, presidente da Associação dosArtesãos em Trançados da ilha Grande de Santa isabel. (Foto: Anay Cury/G1)




Da palha da carnaúba, árvore nativa do nordeste brasileiro, artesãos de Parnaíba, cidade ao norte do Piauí, já começam a receber o pagamento de parte das peças que vendem em outras moedas de países distantes e de culturas distintas à da brasileira. A associação dos artesãos especializados nesse tipo de trabalho, além de ver crescerem as vendas para o mercado interno, também vislumbra estreitar seus negócios com países como Finlândia e Alemanha, para os quais já entregou encomendas de seus produtos.



Mulheres fazem renda de bilrro em Parnaíba. (Foto: Anay Cury/G1)Mulheres fazem renda de bilrro em Parnaíba.
(Foto: Anay Cury/G1)



A produção ainda é pequena – são fabricadas perto de mil peças por mês, como balaios, redes e utensílios para cozinha – porém, a demanda de cidades de outros estados tem crescido, fazendo com que as artesãs busquem acelerar o ritmo de produção, feita dentro da sede da entidade, em Ilha Grande de Santa Isabel, em Parnaíba, no Piauí.


A participação da associação em feiras específicas organizadas nas grandes capitais do país tem contribuído para que o negócio cresça de forma mais acelerada. Segundo Serrate Maria Souza Gonçalves, 43 anos, presidente da associação, grandes lojas começam a se interessar em revender seus produtos.



“Em São Paulo, tem uma loja grande que chega a comprar até 2 mil peças. Não sabemos o que eles fazem com o artesanato, quem comprou...só sabemos que foi vendido”, disse Serrate, que há 11 anos faz os mesmos trabalhos.
Em regime de cooperativa, os associados recolhem 20% da renda arrecadada para um fundo, a fim de que nenhuma eventualidade fique descoberta. Serve também para melhorar a estrutura de trabalho dos cooperados, como a recente construção da sede da associação.
Destino internacional também tiveram os artesanatos em renda de bilrro feitos por mulheres da região do Delta do Parnaíba. As peças produzidas por 16 mulheres e 1 rapaz já chegaram à Portugal e Estados Unidos, devido à visita dos turistas. No entanto, não é somente do mercado internacional e dos visitantes do Delta do Parnaíba – a sede da instituição fica ao lado – que as rendeiras vivem.
Além desses mercados locais e externos, a cooperativa, que tem apenas um ano, começa a receber encomenda de grandes redes de lojas para a fabricação das peças.
“Estamos fazendo o pedido para uma loja de roupas masculinas. Eles pediram dez peças, dez lenços”, contou a presidente da associação, Alessandra Costa Silva.
Boneca de cerâmica da Associação Artesanal do Barro Vermelho (Foto: Anay Cury/G1)Boneca de cerâmica da Associação
Artesanal do Barro Vermelho
(Foto: Anay Cury/G1)
Apesar de a produção do artesanato em renda levar até três meses para ficar pronta, dependendo da peça, os preços compensam o esforço despendido. Uma toalha de mesa decorada com rendas típicas da região chega a custar R$ 800. “Estamos nos especializando em cursos dados pelo Sebrae e apostando em qualidade, sempre”, disse Alessandra, que é de uma geração de artesãos que viveram na região.
No mesmo circuito de turismo artesanal está a Associação Artesanal do Barro Vermelho, que produz peças em cerâmica utilizando a carnaúba e argila, e contribui para o sustento de 70 famílias da região. A organização ainda tem de passar por um reordenamento de suas atividades comerciais. Lá, a venda das peças ainda é absorvida pelo mercado local. De tudo o que é comercializado, 70% são vendas locais.


Fonte: G1

sábado, 9 de abril de 2011

Artesanato

Biombo decorado com pastilhas de resina


Créditos na imagem e P A P aqui

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Rio Artes Manuais



O que é a 5° Rio Artes Manuais ??






A Rio Artes Manuais recolocou o Estado do Rio de Janeiro no roteiro das grandes feiras de artesanato do País. Artesãos, associações de fomento às artes manuais e órgãos governamentais do Estado e do Município aprovaram e consagraram a Rio Artes Manuais como um evento importante e de referência para o estado do Rio de Janeiro e para toda cadeia produtiva deste importante setor da economia.






Ao longo das quatro edições da feira, realizadas entre 2008 e 2010, 34.500 visitantes puderam acompanhar as tendências, aprender novas técnicas manuais e conhecer os mais modernos produtos e equipamentos que as principais indústrias de artesanato do Brasil expuseram em seus estandes no Centro Cultural da Ação da Cidadania, na Zona Portuária do Rio de Janeiro.



Os desdobramentos do imenso sucesso da Rio Artes Manuais têm gerado oportunidades e negócios para artesãos e empresas. Apesar de já ser líder, no Estado do Rio, no comércio e insumos para artesanato, as lojas da Caçula têm ampliado permanentemente o setor dedicado a estes produtos, de modo a atender a alta demanda gerada após cada edição da feira.


Ao mesmo tempo, a Caçula tem incentivado a geração de renda para os artesãos, por meio do apoio à realização de algumas feirinhas de artesanato de bairro nas mais distintas áreas da cidade. O objetivo é viabilizar a existência de canais de vendas dos produtos confeccionados pelos artesãos.











Informações da 5° Rio Artes Manuais







Horário da feira



06 à 09 de abril - das 10:00h às 18:00h



10 de abril - das 10:00h às 17:00h







Preço do IngressoR$ 10,00 para cada dia - à venda nas lojas Caçulas








A entrada de menores de 10 anos não será permitida mesmo acompanhado pelo responsavél.



crédito, link aqui.







Disque Rio Artes21 2585-1221







Local:CENTRO CULTURAL DA AÇÃO DA CIDADANIA


Av. Barão de Tefé, 75 - Região Portuária do Rio





Exibir mapa ampliado

domingo, 3 de abril de 2011

Artesanato

TRADIÇÃO

Descendentes indígenas exibem arte nas ruas da Costa Verde
Publicado em 3/4/2011, às 11h59


Felipe de Souza









Tradição: Índios exibem seus trabalhos nas principais ruas de Angra dos Reis

Wagner Rodriguez
Angra e Paraty
Os índios da região da Costa Verde são presença constante nas ruas de Angra dos Reis e Paraty, onde costumam exibir o seu artesanato e vender produtos que são extraídos em suas aldeias.
Em Angra é comum vê-los nas proximidades do Mercado do Peixe e na Rua do Comércio; mas existem, porém, descendentes indígenas de outras nacionalidades que encontraram na cidade uma oportunidade de renda.
É o caso de Guaraci Mendez, 42 anos, peruano que está de passagem por Angra dos Reis: ele conta que foi bem recebido na cidade e que seu artesanato teve uma boa aceitação entre a população e turistas.
- Cheguei a Angra há cerca de vinte dias, e pude perceber que as pessoas valorizam os trabalhos manuais. A população é bem acolhedora e os turistas sempre estão interessados em conhecer um pouco mais do meu trabalho - disse o peruano, que realiza trabalhos utilizando palha.
A turista Mariana Santos, 26 anos, é moradora de Juiz de Fora e ficou encantada com o trabalho de Guaraci.
- Realmente é um trabalho bem detalhado, um verdadeiro artista. Temos que valorizar todas as culturas, hoje em dia certas pessoas não dão o devido valor aos nossos ancestrais - declarou.
Para quem prefere os produtos frutíferos, a opção é ir ao Mercado do Peixe e conferir o que os índios da aldeia Guarani, situada no Bracuhy, têm a oferecer.
Em Paraty, o ateliê Tronco Tupi reúne artesanato indígena de várias regiões do Brasil, inclusive das três reservas da região: Araponga, Aldeia do Rio Pequeno e Paraty-Mirim. Os destaques ficam por conta das miniaturas de animais da Mata Atlântica esculpidos na madeira.
Prefeitura investe na formação educacional indígena
A segunda turma do Projeto Educação de Jovens e Adultos (EJA) Guarani - que foi premiado com a Medalha Paulo Freire, em novembro de 2010 - foi iniciada em 2007, chegando ao final, em dezembro, com 21 alunos da aldeia Tekoa Sapukai, localizada no Bracuhy, em Angra dos Reis, através da Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia.
A subsecretária de Educação, Neusa Fonseca, comentou a importância do projeto.
- Para nós, enquanto educadores e gestores, esse projeto nos honra e nos dá a sensação do dever cumprido. A Educação é constante e transformadora, e estamos felizes por contribuirmos na mudança de vida dessas pessoas - declarou.
A coordenadora e autora do projeto, a professora Luiza Helena, destacou a continuidade da iniciativa e a parceria com a Escola Municipal Nova Perequê.
- Estamos unindo esforços para a ampliação do EJA Guarani, que ainda é pequeno. Nossa intenção é levá-lo para as escolas Guarani e mudar sua formatação. Mas não podemos deixar de agradecer à Escola Nova Perequê, que cedeu suas dependências para o uso da biblioteca e sala de informática - elogiou.








Leia mais: link aqui.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Artesanato

Bloquinho desenvolvido para Projeto Tamar  de Ubatuba.


Quem sou eu

Minha foto
Ubatuba, Sp, Brazil

quarta-feira, 16 de março de 2011

Blog do Artesanato SEBRAE: Ciência e artesanato se unem em parceria com Sapie...

Blog do Artesanato SEBRAE: Ciência e artesanato se unem em parceria com Sapie...: "As criações dos artesãos da Quinta das Artes, associação sediada no Sapiens Parque, serão expostas de hoje (14) até a próxima quinta-feira ..."

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Blog do Artesanato SEBRAE: Artesãos de Parintins inovam no carnaval do Rio

Blog do Artesanato SEBRAE: Artesãos de Parintins inovam no carnaval do Rio: "Profissionais da festa do boi mostram seu talento na Cidade do SambaRegina MamedeTweetdownload ampliar Divulgação Profissionais de Parintins..."

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Artesanato e Arte - Valença - RJ: Bia Quevedo - Encanto e Arte

Artesanato e Arte - Valença - RJ: Bia Quevedo - Encanto e Arte: "O Blog Bia Quevedo - Encanto e Arte, mostra o que a sensibilidade e a criatividade podem fazer para embelezar nossas vidas. Objetos de um mu..."

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Desenhos a lápis alteram realidade de fotos



O artista belga Ben Heine usa desenhos feitos a lápis sobre papel branco para brincar e interferir na realidade estampada em fotos.
Os desenhos se encaixam sobre as imagens das fotos, criando novas realidades a partir das imagens originais.
A série Pencil Vs Camera já foi objeto de várias exposições. Sua obra é exibida atualmente na Gallery Garden, em Bruxelas, até o dia 13 de março.
Métodos
Heine, de 27 anos, diz seguir quatro métodos diferentes na confecção de suas imagens.
O primeiro método, que ele chama de “tradicional”, é fazer o desenho e fotografá-lo com o cenário atrás.
No segundo método, ele segura e fotografa o desenho sobre uma foto impressa em tamanho grande.
Segundo o autodidata Heine, o segundo método permite a ele retocar e alterar seu trabalho até conseguir o resultado final.
No terceiro método, ele fotografa sua mão segurando o desenho e depois o “encaixa” digitalmente na foto de um cenário.
O quarto método, diz Heine, é criar o desenho pelo computador e encaixá-lo a um cenário também criado digitalmente. O artista já produziu mais de 40 desenhos para a série Pencil Vs Camera, iniciada no ano passado.
Para ele, o método “é uma maneira excitante de expressão, já que não tem limite”.
– Tudo é possível, e a única fronteira é a minha própria percepção do mundo –, comenta.
Os trabalhos de Ben Heine podem ser observados também em seus sites www.benheine.com e http://benjaminheine.blogspot.com.
créditos,link aqui

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Blog do Artesanato SEBRAE: Artesãs mineiras buscam novos materiais para conqu...

Blog do Artesanato SEBRAE: Artesãs mineiras buscam novos materiais para conqu...: "Mais 30 produtos feitos com algodão tingido com corante natural serão lançados no Inspiramais, em São PauloSimone Guedesdownload ampliar Gla..."

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

ART BY LU

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS

Hoje é dia da Declaração Universal dos Direitos dos animais.
Foi proclamada em assembléia da Unesco em Bruxelas, Bélgica, no dia 27 de janeiro de 1978.
Infelizmente o mundo está longe - e como está longe.... - de segui-la... =/