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domingo, 13 de fevereiro de 2011

ProgramaTerritório Animal

Campanha: Diga Não Ao Bloqueio de Blogs Ambientais

Ponto de vista dos blogueiros sérios
Nossos blogs não podem ser bloqueados e discriminados pagando pelos erros de pessoas sem escrúpulos que mancham a reputação de blogs de qualidade e conteúdo relevante.
O bloqueio por url é uma realidade
Uma rápida busca no Google e você encontrará vários scripts ensinando como bloquear páginas da web pela url. Em alguns fóruns você verá perguntas formuladas por profissionais querendo descobrir como bloquear o blogger pela url. Mas não para por ai, wordpress, blogspot, blog, e isso é uma pena pois existem blogs de muita qualidade que são bloqueados por esses scripts de firewall.
Campanha “Diga não ao bloqueio de blogs”
Por esse motivo o GF Soluções e o Informação Virtual se uniram para criar a campanha “Diga não ao bloqueio de blogs”, que tem dois objetivos principais:
  1. Conscientizar os blogueiros de que empresas, bibliotecas, faculdades e escolas bloqueiam blogs com palavras específicas na url como blogger, blogspot, blog, wordpress entre outros, sem levar em conta o conteúdo desses blogs.
  2. Conscientizar os administradores de rede de empresas, bibliotecas, faculdades e escolas que nossos blogs possuem conteúdo relevante para seus colaboradores e estudantes.
Como participar
Escreva um post divulgando a campanha, coloque os banners da campanha em seu blog, orkut, myspace, facebook e envie essa notícia para seus amigos que trabalham em empresas ou estudam e frequentam escolas, faculdades e bibliotecas que bloqueiam nosso conteúdo. Vamos conscientizar os administradores de rede de que possuímos conteúdo relevante para seus colaboradores e estudantes.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Terrtório Animal

Ambientalistas Procuram Espaço para Abrigar Animais do Ibama

Especialistas em meio ambiente estão à procura de um local que possa abrigar os animais apreendidos pelo Ibama. É que a sede do instituto, no bairro de Casa Forte, está superlotada, como mostrou o NETV 2ª do sábado (05). Um dos espaços que poderia servir de endereço para esses animais fica no bairro do Curado, mas está ocupado pelo lixo.
Para os ambientalistas, a localização é estratégica: ao lado do Jardim Botânico do Recife, onde existe uma mata exuberante e às margens da BR-232, que serve de rota para o tráfico de animais silvestres. A Estação de Tratamento da Coleta Seletiva de Lixo, onde ficava o antigo incinerador da Prefeitura do Recife é o endereço ideal, segundo o Ibama, para transferir os animais silvestres do centro de triagem, que enfrenta o problema de superlotação.
No local, gaiolas abarrotadas de aves que deveriam estar se recuperando para viver na natureza. O espaço é o mesmo de 22 anos atrás, mas o número de animais apreendidos não pára de crescer. Só no ano passado, nove mil passaram pelo local.
Um grupo de analistas ambientais estudou em detalhes quatro áreas que poderiam servir de endereço para os animais do centro de triagem e uma vantagem foi fundamental para a escolha do terreno onde fica a Estação de Tratamento da Coleta Seletiva de Lixo do Recife: lá já existe a estrutura que poderia ser transformada em viveiros rapidamente e a um custo baixo.
Mas o espaço que o Ibama quer está ocupado. Nos 60 boxes são separadas 19 toneladas de lixo reciclável por mês. A área de quatro hectares é usada também por uma usina de compostagem, que transforma os galhos podados das árvores em adubo orgânico. Sem contar que o local também é usado pra guardar os pneus recolhidos na cidade. E são 70 mil por ano.
O secretário de Meio Ambiente do Recife, Roberto Arrais (foto 4), sugere mais discussão para encontrar um novo endereço. “Nós precisamos buscar alternativas. Nós já, inclusive, colocamos alguns pontos como o Jiquiá, alternativas próximas à Universidade Rural que precisamos discutir. Porque o terreno desejado já está sendo utilizado com compostagem, que é um trabalho de coleta seletiva. Então, é preciso ver se a gente pode compor ou se podemos compor esse projeto com o Ibama. Agora, precisamos de uma solução conjunta Estado, município e Ibama”, destacou.
Fonte:  pe360graus

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Programa Território Animal

Seca que Atingiu Amazônia em 2010 pode Resultar na Emissão de 5 Toneladas de CO2

Programa Território Animal | fevereiro 7, 2011 at 12:43 pm | Categories: Sustentabilidade | URL: http://wp.me/pMjXr-GN
Cientistas brasileiros do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), em parceria com estudiosos britânicos da Universidade de Leeds, lançaram um estudo que mostra impacto da seca de 2010 na região amazônica.  A pesquisa, publicada na revista científica “Science” fez uma análise da última década e constatou que a estiagem ocorrida no ano passado foi pior que a de 2005, quando em 37% da área de floresta a quantidade de chuva foi menor do que o nível médio da região.
Com os baixos índices pluviométricos os rios baixaram de tal forma que os impactos imediatos foram sentidos no transporte fluvial e na vida dos moradores locais. As pesquisas, no entanto, puderam se aprofundar no fenômeno climático e definir números que demonstram o impacto da estiagem em longo prazo.
Um dos trechos do relatório mostra o fato de que secas desse tipo deveriam acontecer somente de cem em cem anos. Porém, a realidade brasileira foi outra. Em 2005 a região amazônica havia sofrido com uma forte estiagem e apenas cinco anos depois o fenômeno ocorreu novamente e dessa vez ainda pior. “Se os eventos de seca continuarem, a era de uma Amazônia intacta armazenando o aumento no dióxido de carbono atmosférico pode ter acabado”, diz o relatório.
O armazenamento de carbono da floresta foi um dos pontos mais importantes do estudo. Por causa da seca, muitas árvores morreram e o resultado disso pode ser a emissão de cinco bilhões de toneladas de CO2 na atmosfera, durante os próximos anos, número próximo às emissões americanas ocasionadas pelos combustíveis fósseis, que é de 5,4 bilhões de toneladas por ano.
A conclusão é de que a seca pode fazer com a floresta venha a emitir mais CO2 do que absorve. Os cientistas advertem, porém, que pode ser que a floresta se recupere, mas o trabalho de campo que pode vir a comprovar essa possibilidade ainda não foi realizado. Com informações da Globo Natureza e Folha de S. Paulo.
créditos : link aqui
Fonte: Ciclo Vivo

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

ProgramaTerritório Animal

S.O.S Florestas: Cartilha é um Alerta Sobre Novo Código Florestal Brasileiro

Publicado fevereiro 1, 2011 r Deixar um Comentário
Em meados de Junho, Julho de 2010 tivemos o início de uma luta insensata e desleal sobre o Código Florestal. Insensata pois não foi levado em conta a opinião de pesquisadores, historiadores, economistas e outros especialistas capacitados para dar um parecer sobre o tema, e desleal pois demonstrou parcialidade e supressão da opinião pública, tomando a mobilização dos ruralistas como uma premissa suficientemente importante para tal decisão. Uma borralheira só. Tive o desprazer de assistir ao debate na Tv Câmara e deixei minhas considerações no post “O novo Código Florestal“. Confesso que no momento em questão fiquei com uma dúvida estúpida, já que Moreira Mendes (PPS-RO) levantou o argumento de que “o Brasil já possui muitas terras “improdutivas” “. Por “improdutivas” entende-se áreas de preservação. O SOS Florestas lançou uma cartilha sobre o Código Florestal, onde busca explicar as consequencias de se aplicar a mudança que os ruralistas tanto desejam e demonstra como esse argumento é totalmente desvinculado de pesquisas, que revelam que no Brasil, há uma ociosidade de quase 20% das terras já desmatadas. Além disso, um estudo da USP mostra que “a área cultivada no Brasil poderá ser praticamente dobrada se as áreas hoje ocupadas com pecuária de baixa produtividade forem realocadas para o cultivo agrícola.”.
Como exposto na cartilha: “A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC), defendem o código atual e afirmam que a nova proposta baseia-se na “premissa errônea de que não há mais área disponível para expansão da agricultura brasileira” e “não foi feita sob a égide de uma sólida base científica. Pelo contrário, a maioria da comunidade científica não foi sequer consultada e a reformulação foi pautada muito mais em interesses unilaterais de determinados setores econômicos”.”
Outro argumento que foi por água abaixo é de que o velho Código Florestal prejudica a agricultura familiar, tal absurdo gerou um manifesto assinado por pelos principais movimentos sociais e sindicais, como CPT (Comissão Pastoral da Terra), CUT (Central Única dos Trabalhadores), Fetraf (Federação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura Familiar), MAB (Movimento Atingido por Barragens), MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) e Via Campesina, afirma que “o texto do (novo) Projeto de Lei é insatisfatório” e ressalta ainda que os pequenos agricultores nunca reivindicaram a abolição da reserva legal para a agricultura familiar, “visto que produzem alimentos para todo o país sem a necessidade de destruição do entorno”.
Para quem pensa que esse assunto é distante e só cabe a discussão aos envolvidos com meio ambiente e agricultura, o coordenador do programa de Mudanças Climáticas do WWF-Brasil, Carlos Rittl, afirma que: “A cartilha esclarece uma série de contra informações que foram divulgadas, de que o Código Florestal não se relaciona com as tragédias provocadas por enchentes e deslizamentos em áreas urbanas nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Na verdade, a relação é direta”.
A contribuição dessa mudança para o aumento do assoreamento, erosões e enxurradas é direta. Além do aumento dos desastres naturais, também é possível afirmar que com o aumento desses fatores, as áreas de cultivo ficarão rapidamente improdutivas, o que influencia a todos nós. Estamos preparados para uma crise alimentar?
A cartilha também explica detalhadamente cada uma das mudanças que propõe o novo Código Florestal e quais suas implicações. Também fiz um post chamado “Salve o Código Florestal Brasileiro” citando os principais pontos. Cartilha disponível no Slide Share em: Cartilha sobre o Código Florestal
Anote e pense antes de votar nos deputados abaixo, se possível responda a enquente ao final do texto.
Segue a lista dos Deputados e seus respectivos votos na mudança do Código Florestal:

Quem votou pelo sim ao relatório:

  1. Anselmo de Jesus (PT-RO)
  2. Homero Pereira (PR-MT)
  3. Luis Carlos Heinze (PP-RS)
  4. Moacir Micheletto (PMDB-PR)
  5. Paulo Piau (PPS-MG)
  6. Valdir Colatto (PMDB-SC)
  7. Hernandes Amorim (PTB-RO)
  8. Marcos Montes (DEM-MG)
  9. Moreira Mendes (PPS-RO)
  10. Duarte Nogueira (PSDB-SP)
  11. Aldo Rebelo (PCdoB-SP)
  12. Reinhold Stephanes (PMDB-PR)
  13. Eduardo Seabra (PTB-AP)

Quem votou pelo não ao relatório:

  1. Dr. Rosinha (PT-PR)
  2. Ricardo Tripoli (PSDB-SP)
  3. Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)
  4. Sarney Filho (PV-MA)
  5. Ivan Valente (PSOL-SP)

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

ProgramaTerritório Animal

Volta às Aulas: Tenha uma Atitute Sustentável!

Foto:  Campanha – UNA
Uma maneira de começar um ano melhor e mais verde é investir na educação ambiental das crianças, que pode ter início dentro de casa. Com a volta às aulas, uma alternativa é optar por materiais escolares que sejam fabricados de maneira a reduzir ao máximo o impacto que esses produtos causam no meio ambiente. Primeiramente é de fundamental importância que se aproveite o maior número de itens do ano anterior. Portanto, mochilas e uniformes que estiverem em bom estado podem ser reaproveitados. Se não for possível aproveitar inteiramente os cadernos antigos a dica é arrancar as folhas não usadas que poderão ser reaproveitadas como rascunho ou bloquinhos de anotação. Outra opção consiste em desmontar diversos cadernos usados e juntá-los em um caderno só, assim as folhas novas que sobraram de cada um deles, podem ser reaproveitadas como um caderno novo, utilizando a capa de um desses cadernos desmontados.  Se a capa for um problema, uma dica é fazer recortes de revistas velhas, com temas e palavras do gosto da criança e colar sobre a capa. Para finalizar a arte basta passar uma pincelada de cola branca, o resultado é um caderno novinho e personalizado. As agendas antigas também podem ser aproveitadas como bloquinhos de anotações. Os livros podem ser comprados de alunos mais velhos ou em sebos. Uma dica é encapar para garantir que esteja em bom estado no outro ano para que seja útil a um próximo aluno. Essa opção significa economia de dinheiro e evita que mais árvores sejam cortadas para a produção de novos livros, além de fazer circular um material que ficaria parado e sem uso. Na compra de novos produtos é importante atentar e optar pelos que têm menos embalagens. Produtos ecológicos, como cadernos com folhas recicladas ou aqueles que utilizam o plástico de embalagens longa vida para fabricação de capas, embalagens e pastas; canetas biodegradáveis fabricadas de PLA, obtidas a partir da fermentação do amido de milho já estão no mercado. Os lápis feitos de madeira de reflorestamento e certificada se decompõem na natureza em 13 anos e gasta 100 vezes menos energia que os lápis comuns, feitos em resina. Além disso, a árvore é aproveitada em sua totalidade na fabricação. Pequenos resíduos como galhos e folhas são aproveitados como adubo, a serragem é usada na geração de energia e a cinza é reaproveitada por indústrias na composição do cimento. Existem no mercado linhas de produtos feitos com embalagens recicladas como lápis, canetas, corretivos, etiquetas, papéis para notas e cola ou são feitos com fluidos à base de água. Com exceção dos corretivos líquidos, os itens são constituídos de pelo menos 50% de material reciclado. É interessante também optar por produtos não tóxicos e laváveis.  Até o lanche que a criança leva para a escola pode ser armazenado de maneira mais sustentável, a lancheira pode ser reaproveitada do ano anterior ou é possível comprar utensílios desse tipo feitos com materiais recicláveis. As bebidas podem ser levadas em garrafas térmicas, squeezes ou embalagens que possam ser reutilizadas, evitando o desperdício.
Fonte:  Ciclo Vivo
 
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Tartarugas Morrem em Meio ao Lixo na Praia do Pontal do Peba, em Alagoas

Publicado janeiro 31, 2011 r Deixar um Comentário
Tartaruga morta no Pontal do Peba/Foto: Subtenente Aldori Junker (cortesia)
Localizada no Litoral Sul de Alagoas, a praia do Pontal do Peba é ponto certo de visitação turística. Das dunas situadas próximas à foz do “Velho Chico” aos bares localizados na área urbana do povoado, moradores e turistas não se cansam das belezas do local, cenário ameaçado por dois tipos de crimes ambientais: o lançamento de resíduos de lixo sólido no litoral e a morte de tartarugas marinhas.  Em sua mensagem eletrônica, o oficial do Exército lança a pergunta: “Como este lixo vai parar no mar ou em suas adjacências e como estas tartarugas morrem?” e acrescenta algumas respostas aos questionamentos.
Fundamentadas em relatos da população local e integrantes de uma entidade não identificada no e-mail que estaria monitorando a praia do Peba, as explicações tem em comum a interferência direta do homem no equilíbrio do ecossistema. O lixo que chega até a areia da praia foi jogado por pescadores e tripulantes de embarcações que navegam em alto-mar, sujeira que o oceano devolve à terra. “Essas toneladas de lixos são descartadas sem qualquer preocupação e além de poluírem o mar e a praia, estão matando animais marinhos. Uma ONG que monitora diariamente a praia encontra várias tartarugas mortas, e, de seus estômagos são retirados lixos de todos os tipos”, descreve o Subtenente Junker na mensagem, sobre a ingestão de plásticos por tartarugas.
Projeto Tamar Ajuda a Investigar a Causa das Mortes:
O Projeto Tartaruga Marinha (Tamar), criado em 1980 pelo governo federal para pesquisar e proteger as cinco espécies do animal encontradas no Brasil, todas ainda sob risco de extinção, apesar dos avanços alcançados ao longo desses 30 anos. A base que responde pela área situada entre a foz do Rio São Francisco e o limite, pelo litoral, entre Piaçabuçu e Feliz Deserto está localizada em Pirambu-SE, Estado que tem mais duas bases do Projeto Tamar funcionam (Praia de Abaís, em Itaporanga D’Ajuda, e Ponta dos Mangues, município de Pacatuba).  A coordenadora técnica da base Pirambu e bióloga Jaqueline de Castilho informou que o Tamar retomou suas atividades no Pontal do Peba em abril do ano passado, com dois funcionários. “O que a gente busca é investigar a causa da morte das tartarugas ou que pode ter influenciado”, explicou, ressaltando que a desova de tartarugas no Peba não acontece em quantidade suficiente que justifique a instalação de estrutura para coleta e proteção de ovos.
“O problema maior no Pontal do Peba estava relacionado com a desova, as pessoas recolhiam os ovos das tartarugas para comer, um costume que ainda existe em todo o litoral brasileiro, mas houve uma redução significativa nesse aspecto devido ao trabalho de informação desenvolvido com os moradores”, afirmou a bióloga sobre a atuação que marcou o início dos trabalhos do Projeto Tamar.  Em relação ao foco do trabalho no Pontal do Peba, Jaqueline de Castilho informou que a busca por tartarugas mortas é feita durante a maré baixa. A bióloga disse ainda que a influência humana nas causas da morte de tartarugas marinhas é “muito ampla”, interferência agravada nos 23 quilômetros da praia do Peba pelo uso de redes de arrasto nas embarcações que fazem a pesca de camarão. A malha fina leva toda espécie de pescado, pesca que já provoca redução na quantidade do crustáceo no litoral entre Alagoas e Sergipe. Por conta disso, o Ibama conseguiu instituir o defeso do camarão do mar, período no qual a pesca fica proibida para a reprodução da espécie entre 1º de dezembro e 15 de janeiro, 45 dias com redução já constatada de morte entre tartarugas, o que certamente não se trata de mera coincidência. Um dia após o fim do defeso do camarão, uma tartaruga grande foi encontrada morta na praia do Peba pelo Subtenente Aldori Junker, animal que tinha pedaços de rede em uma das nadadeiras. O uso de redes de arrasto lidera o ranking das principais causas de morte entre tartarugas marinhas no Brasil, lista que tem ainda a poluição (lixo) do mar, principalmente plásticos que as tartarugas ingerem porque confundem com comida; a ocupação irregular do litoral e o transito de veículos à beira-mar.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Programa Território Animal

Duas Onças Mantidas em Cativeiro são Encontradas em MG

Programa Território Animal | janeiro 28, 2011 at 2:07 pm | Categories: Sustentabilidade | URL: http://wp.me/pMjXr-Fe
A Polícia Militar do Meio Ambiente localizou duas onças suçuaranas mantidas em cativeiro, em uma fazenda na Zona Rural de Salinas, no Norte de Minas Gerais. Segundo a PM, o Ibama de Belo Horizonte foi acionado e um veterinário era esperado na cidade nesta quarta-feira (26) para poder ajudar na captura e no transporte dos felinos.
Os dois animais foram encontrados presos em um viveiro pelos policias da 10ª Cia PM Ind Mat na terça-feira (25). Os militares não puderam removê-los do local. De acordo com o cabo Roosevelt, que participou da ocorrência, as duas onças parecem ser adultas e aparentavam estar em boas condições de saúde.
A polícia chegou ao local após denúncias. Os militares acreditam que os animais foram capturados na região. Um homem é suspeito de manter as onças no cativeiro. Segundo a PM, ele deve responder por crime ambiental.
Fonte: G1

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Programa Território Animal

Animais Continuam Sofrendo e Sendo Mortos pela Indústria dos Cosméticos

Publicado janeiro 26, 2011 r Deixar um Comentário
A maior parte das pessoas acha que os testes de cosméticos não são mais realizados em animais – não se iluda…
Quando Jenny Brown concordou em fazer uma investigação secreta sobre testes em animais de uma alternativa ao botox, ela sabia que poderia ser um pouco desagradável, mas nada a prepararia para isso: técnicos altamente treinados ajoelhando no chão enquanto tentavam quebrar o pescoço de ratos com uma caneta esferográfica.
E pior, ter de assistir esses técnicos fazendo um trabalho mal feito – e quebrando a coluna dos animais em vez do pescoço. As filmagens secretas de Jenny mostram os ratos ainda vivos e se contorcendo em agonia com a espinha quebrada. Mostram também outros sobrevivendo a injeções “letais” e, então, trancados em câmaras a gás às centenas.
“Foi horrível, e eu não podia fazer nada além de gravar o que estava acontecendo”, lembra Jenny. “Quando você está em uma situação dessa, você precisa se desligar, se trancar em seu pequeno mundinho. Mas eu estava completamente abalada.”
Você deve estar pensando que “ainda bem, a operação de Jenny foi conduzida há muito tempo atrás.Na Inglaterra o uso de animais para testes de cosméticos foi proibido em 1998. Na Europa, uma lei similiar foi aprovada em 2003.  É coisa do passado.”
Não, não é. A experiência de Jenny ocorreu apenas um ano atrás, por causa de uma série de política, falhas na legislação e voltas na burocracia, o número de animais mortos pela vaidade humana só tende a aumentar – aos milhões e milhões.
De acordo com a Associação Europeia de Cosméticos, cinco bilhões de produtos cosméticos são comprados por 380 milhões de consumidores por ano na Europa. A legislação exige que todo produto vendido seja seguro para humanos. Por décadas, essa segurança foi sinônimo de submeter animais a testes dolorosos, colocando cosméticos e químicos em seus olhos, fazendo-os ingerir ingredientes e esfregando-os em suas peles para testar irritações ou risco de câncer.
Entretanto, sob pressão de entidades como a British Union for Abolition of Vivisection (BUAV, União Britânica pela Abolição da Vivissecção) e a RSPCA, leis foram aprovadas para que a indústria de cosméticos buscasse métodos alternativos, incluindo manipulação de células e aplicação de produtos em tecidos humanos criados em laboratório.
A lei de 2003 introduzida pela União Europeia , uma emenda ao European Cosmetics Directive de 1976, tornou ilegal testar produtos prontos em animais. Em 2009, a UE proibiu também o teste de cosméticos e ingredientes em animais.
Isso, deveria, logo, ter abolido a crueldade. Porém, como Jenny descobriu, animais ainda estão sofrendo em nome dos cosméticos.
No caso que ela expôs da BUAV, eles estavam sendo usados legalmente no teste de um produto com licensa médica que seria classificado como off-label – não usado para o propósito que foi aprovado – como um tratamento cosmético para rugas. Durante nove meses de investigação secreta no Wickham Laboratories em Hampshire, o ativista de 27 anos descobriu que uma toxina produzida pela Ipsen Biopharm, uma companhia farmacêutica operante em 40 países, foi regularmente testada em camundongos. Chamada Dysport, a toxina altamente tóxica é usada em tratamento médico de distorções faciais de vítimas de derrame para inibir o excesso de baba e suor. Ela paralisa músculos, previnindo distorções por oito meses. Entretanto, se uma quantidade desconhecida de Dysport for usada off-label, com propósitos cosméticos, como o botox, ameniza os sinais da idade – rugas.
Primeiro, ele é testado em ratos pelo procidimento do século XX chamado LD50, onde LD significa Letal Dose, e o 50 é de 50%.
Isso envolve injetar toxinas em camundongos até que 50% deles morra. O que só prova que a toxina é potente.

“Os camundongos eram avaliados em intervalos regulares, e depois de alguns dias a maioria estava morta, sofrendo terrivelmente de uma paralisia e eventual asfixia”, conta Jenny. “Camundongos que provavelmente não sobreviveriam até a próxima avaliação seriam mortos. Isso era feito colocando-os no chão e quebrando seus pescoços com uma caneta. Mas os trabalhadores frequentemente erravam e quebravam suas costas no lugar. Os que sobreviveram aos testes foram então colocados em uma câmara e mortos com dióxido de carbono. É assustador que o Dysport seja usado pela vaidade humana. Seu controle de qualidade ocorre semana sim, semana não. Pensei que isso fosse coisa do passado, e imagino que muitos também pensem.”
A Ipsen Biopharm diz que a lei exige o LD50, mas quando perguntei o quanto de Dysport é usado para propósitos cosméticos, não obtive resposta.
Um relatório da Home Office sobre a investigação na BUAV concluiu que os testes Wickham estavam sendo conduzidos por propósitos médicos e não cosméticos, mas acrescentaram que “é permitido o uso off-label de um medicamento sob a legislação da UE e da Inglaterra”.
Essa não é a única falha na lei. Como vimos antes, o European Cosmetics Directive proíbe testes em animais – mas outro lapso na legislação existe quando o assunto é produtos não cosméticos, como detergente. É a chamada Reach (Registro, Avaliação, Autorização e Restição de Químicos). Ela entrou em vigor em 2007 para certificar que todos os químicos usados pela indústria – alguns que nunca precisaram ser testados – sejam seguros. Na maioria dos casos, isso envolve testar em animais.
Essa nova regulamentação afeta até as companhias éticas que não matam animais, porque seus produtos podem conter os mesmos ingredientes que produtos domésticos e farmacêuticos, e seus fornecedores, que prometeram não testá-los em animais, foram ordenados a tal pela Reach.
“Fomos alertados por um de nossos fornecedores que eles teriam que testar o borato de sódio em animais, então teríamos que removê-lo de nossos produtos”, disse Andrew Butler, diretor de campanhas da Luch, que abomina testes em animais. “É loucura. O borato de sódio vem sendo usado seguramente em cremes há 100 anos.  Por que animais precisam morrer para testá-lo hoje? Estamos preocupados que isso seja só o começo. Não sabemos qual o próximo ingrediente inofensivo que nossos fornecedores serão forçados a testar em animais.”
A RSPCA estima que o Reach irá matar oito milhões de animais, mas outros argumentam que o número pode chegar a 50 milhões se considerarmos fetos não nascidos. No começo do mês, notícias ainda piores começaram a rondar a Europa.
O último estágio da Cosmetics Directive, previsto para 2013, proibindo qualquer cosmético testado em animais de ser vendido na Europa provavelmente terá de ser adiado por no mínimo quatro anos.
A indústria de cosméticos, que ainda testa em animais no mundo todo, disse à Comissão Européia que ainda precisa encontrar alternativas seguras ao teste em animais. Isso significa que testar em animais continuará principalmente nos EUA, China e Japão. Se a proibição prosseguir, os consumidores poderiam ter certeza de que o que compram em High Street não foi testado em animais.
Mas da forma como as coisas andam, ninguém tem essa certeza – apesar das alegações nos rótulos dos produtos. É difícil acusar produtores individuais de rotulagens falsas, pois todos os testes são secretos, mas organizações pelos direitos animais vêm atuando há anos para mudar a realidade. Por exemplo, o “esse produto não foi testado em animais” pode muito bem ser verdade, mas isso não quer dizer que seus componentes não tenham sido.
Isso é algo que a própria indústria adimite. “Muitos alegam que produtos não são testados em animais são apenas uma questão de interpretação.”, disse Dr Chris Flower, diretor geral da Cosmetic, Toiletry and Perfumery Association. “Pegue a China, por exemplo. Se você quer vender seus produtos lá, as autoridades chinesas vão testar seus produtos em animais. Você viu, porém, na Europa que seu produto não é testado em animais – mas alguém descobre que na China foi. Esse é o motivo por  que muitas das grandes indústrias têm medo de dar garantias.”
Tudo o que só torna mais difícil para os consumidores éticos terem certeza do que estão comprando. Por exemplo, a Procter e Gamble, uma das maiores pordutoras de cosméticos do mundo, incluindo a Herbal Essences, Max Factor e Wella, diz que nunca sonharia em testar em animais na Europa. Entretanto, a papelada de testes da P&G submetida ao Comitê Científico da UE contradiz a imagem que a empresa prega. É verdade que os produtos prontos não são testados, mas os ingredientes têm sido testados nos EUA.
Por exemplo, um número de estudos datado de 2005 revela o efeito fatal de forçar ratos a se alimentarem de corante laranja. Depois que os ratos morreram, eles foram abertos e, não surpreendentemente, descobriram que seus órgãos estavam laranjas.
De forma similar, outro ralatório da Wella detalha os efeitos da tintura vermelha, enquanto em 2004 pesquisadores forçaram 100 ratas fêmeas a comerem butilparabeno, um preservativo cosmético, por duas semanas. A seguida, mataram as ratas e cortaram fora seus fetos com anomalias.
Quando perguntei à companhia como seus testes “éticos” em animais poderiam contradizer esses relatórios, cheguei ao Dr Chris Flower. Ele explicou que os químicos envolvidos foram usados a anos, mas precisavam ser testados novamente por preocupações de segurança. Isso foi ordenado pela Comissão Européia.
“Não sabiam de testes alternativos, logo a P&G não teve escolhas se não testar em animais”, ele disse.
Já a BUAV organizou um esquema sob o qual fornecedores e produtores delimitam uma data limite, depois da qual eles precisam garantir que nenhum de seus ingredientes tenha sido usado em testes em animais. A BUAV adverte como isso pode ser feito, pelo Leaping Bunny Program (leapingbunny.org), que aceita que animais sofreram no passado, mas que nenhum sofrerá no futuro em nenhum estágio produção de nenhum cosmético.
Enquanto isso, existem aqueles com Andrew Butler da Lush que estão começando a se perguntar porque as grandes companhias precisam testar até mesmo novos ingredientes.
“Existem milhares de novos estudos lá fora”, ele diz. “Existem mais do que você poderia conduzir durante a vida toda, Mas as grandes companhias só querem colocar a palavra “NOVO” em suas caixas para aumentar as vendas. A próxima vez que você ver isso, pergunte a si mesmo por que realmente precisa comprar isso. Digo, deixa seu cabelo tão limpo, não?”

Fonte:  ANDA
créditos link aqui

domingo, 9 de janeiro de 2011

Programa Território Animal

2011: Ano Internacional das Florestas

O ano de 2011 foi escolhido pela ONU para ser o Ano Internacional das Florestas.  O objetivo é sensibilizar a sociedade mundial para a importância da preservação das florestas como forma de garantir a vida no planeta. Segundo dados do PNUMA, publicados no site Planeta Sustentável, as florestas representam 31% da cobertura terrestre do planeta, servindo de abrigo para 300 milhões de pessoas de todo o mundo e, ainda, garantindo, de forma direta, a sobrevivência de 1,6 bilhões de seres humanos e 80% da biodiversidade terrestre.
Durante a COP-16, no final do ano passado, foram aprofundadas as discussões sobre o REDD, mecanismo que fomenta a redução de emissões por desmatamento e degradação, garantindo assim novas formas de proteção e preservação florestal.  Para celebrar o Ano Internacional das Florestas, a ONU realizará eventos em parceria com diversos países durante todo o ano de 2011. Entre os eventos já programados, está o International Forest Film Festival, que será realizado em fevereiro, na cidade de Nova Iorque. Outras ações poderão ser acompanhadas no site oficial da iniciativa.
No Brasil, o Ano Internacional das Florestas poderá ser comemorado com a aprovação do novo Código Florestal e do Projeto de Lei Complementar nº 01/2010, que regulamenta o artigo 23 da Constituição.  O projeto do novo Código Florestal prevê redução das áreas de preservação permanente (APPs), como matas ciliares e topos de morro, e as reservas legais (RLs), que são partes de propriedades privadas que não podem ser desmatadas.
Atualmente, as APPs nas margens de rios são de 30 metros; no novo Código seriam reduzidas para 15 metros.  O projeto também propõe a isenção de reserva legal para a agricultura familiar e o desconto de até quatro módulos fiscais para o cálculo da reserva em médias e grandes propriedades.
Já o Projeto de Lei Complementar nº 01/2010, com texto original do deputado Sarney Filho (PV-MA), mas com fortes modificações da bancada governista e ruralista, retira do IBAMA seu poder de fiscalização. Segundo emenda acrescentada no projeto, a fiscalização ambiental só poderá ser feita pela esfera licenciadora. Desta forma, somente o Estado poderá multar quem desmatar ilegalmente ou legalmente.
Vamos torcer e lutar para que estes “eventos” não sejam realmente realizados aqui no Brasil. Seria uma derrota tanto para o país, quanto para o mundo se a legislação ambiental brasileira fosse exterminada desta forma, ainda mais sendo este o Ano Internacional das Florestas. Discussões e celebrações são sempre bem-vindas, mas objetivando a sensibilização e a preservação, nunca a destruição.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Programa Território Animal

Criatório Legal de Animais Silvestres

A beleza dos animais silvestres encanta muitos criatórios, porém, manter as espécies requer exigências legais
Iguatu. Ainda é reduzido o número de pessoas que se dispõem a implantar uma unidade mantenedora ou conservacionista de criação e manejo de animais silvestres em cativeiro no interior do Ceará, devidamente legalizada e fiscalizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Nesta cidade, na região Centro-Sul, há apenas dois instalados e igual número em processo de legalização. Mesmo assim, o escritório regional do Ibama observa que o número de interessados vem crescendo e vê esses criatórios como importante para a preservação da fauna silvestre...continue lendo,acesse:
http://territorioanimal.wordpress.com/2010/11/25/criatorio-legal-de-animais-silvestres/