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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Sustentabilidade

04/02/2011 às 10:12
Rússia cria Arca de Noé moderna e sustentável


Débora Spitzcovsky
Diversos lugares do mundo – inclusive o Brasil – têm sofrido com as chuvas, que para alguns estão dando uma prévia do grande dilúvio que podemos enfrentar caso continuemos tratando o planeta com “desrespeito”. Na dúvida, arquitetos russos da Remistudio criaram o Ark Hotel, uma espécie de hotel-barco que pretende abrigar pares de espécies de animais, em caso de tragédias naturais. A história lhe parece familiar?

O Ark Hotel é, mesmo, uma versão da Arca de Noé, mas muito mais moderna e sustentável. A estrutura promete resistir não só a dilúvios, mas também a outras catástrofes naturais, que – levando em conta nosso atual cenário ambiental – estão mais prováveis de acontecer a cada dia. Entre elas: terremotos, maremotos e inundações causadas pela elevação do nível do mar.

O barco – que foi desenvolvido com a ajuda do Programa de Arquitetura de Catástrofes, da União Internacional dos Arquitetos – ainda foi construído para ser totalmente autossuficiente e sustentável: ele é equipado com painéis solares, possui coletores de água da chuva e é feito de vidro, para que a luz do sol possa ser aproveitada ao máximo.

E aí, a ideia dos russos é boa ou vai naufragar?

*Ark Hotel
créditos, link aqui. 



domingo, 10 de abril de 2011

Sustentabilidade

Tempo de Transição




O texto que se segue é um extracto da mensagem de Luís Queirós do passado dia 4 de Abril no blogue Transição. Aconselho a que leiam o texto integral no original, aqui.





«Tempo de Angústia e de Incerteza, Tempo de Transição





Vivem-se tempos de angústia e de incerteza no nosso país, mas também um pouco por toda a parte. É a crise económica, o aquecimento global, os desastres ambientais, a crise energética, a globalização, as assimetrias regionais, os conflitos latentes, o terrorismo ou a, sempre presente, ameaça nuclear. São contingências universais mas que na aldeia global afectam potencialmente todas as pessoas e todos os lugares, mesmo os mais isolados e remotos. E, o pior de tudo, é esta espiral de pobreza que paira sobre nós como uma espada afiada e que ameaça, por longo tempo, o nosso futuro.

...

O que está verdadeiramente em causa é o modelo - predador de recursos e poluidor - em que assenta a nossa economia, e que já não funciona. Falam-nos de crescimento como a solução de todos os problemas a começar pelo desemprego, e nós sentimos que estamos a tocar o céu, a atingir um limite para lá do qual já não se pode crescer: falta o espaço vital, faltam os recursos, sobra a população e sobra a poluição.

...

E parece que nem sequer existe o outro lado da crise! Os acontecimentos das últimas décadas roubaram-nos a esperança no chamado modelo socialista, que alimentou os sonhos da juventude da minha geração. Acabou a crença nos “amanhãs que cantam”, e está definitivamente desacreditado o modelo de "a cada um segundo as suas necessidades, de cada um segundo as suas capacidades".



Hoje só nos resta o estreito caminho da Transição, que é uma reaproximação à natureza, e uma nova forma de olhar o mundo, menos consumista e mais solidária. »





Sobre a Transição, conhece a rede em Portugal? Se não, espreite em Transição e Permacultura Portugal.



E como completa hoje um ano desde o primeiro colóquio sobre Transição em Portugal, no qual tive muito gosto de participar, ficam aqui os meus parabéns ao João Leitão que o organizou e que criou a rede acima referida, a todos os que participaram no colóquio, e a todos os que estão em Transição. Bem hajam.

Publicada por Manuela Araújo
créditos, link aqui.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Ideia Sustentável

Liderança Sustentável

Por Alessandro Carlucci*
Há uma convergência de opiniões de que o Brasil vive um momento extremamente positivo e de maior confiança no futuro diante da evolução de indicadores econômicos, sociais e ambientais.
Ao longo dos últimos anos, avançamos no campo socioambiental, ampliando nossas áreas de conservação, diminuindo o desmatamento da Amazônia e criando políticas públicas, programas e instituições orientadas para a preservação.
No entanto, ainda que promissora, esta é uma fase em que somos convidados a pensar e implementar um novo modelo de desenvolvimento, capaz de aliar produção, consumo, conservação e uso sustentável da nossa rica sociobiodiversidade.
Após duas semanas de discussões, a Décima Conferência das Partes (COP-10) fechou um acordo internacional para a proteção da biodiversidade, e os países signatários da Convenção da Diversidade Biológica (CDB) adotaram o Plano Estratégico 2011-2020. Embora não tenha peso de lei internacional, o Plano Estratégico foi firmado com importantes metas.
Os países signatários também aprovaram o Protocolo de Nagoya, protocolo de Acesso e Repartição de Benefícios dos Recursos Genéticos da Biodiversidade. O acordo estabelece a soberania de cada país sobre os recursos de seu patrimônio genético e que o acesso a esses recursos só pode ser feito com o consentimento da nação produtora, obedecendo à legislação nacional.
Apesar de progressos no âmbito global, os esforços para combater a perda de nossa biodiversidade precisam ser substancialmente fortalecidos, a partir de avanços nacionais e locais. O valor de nosso patrimônio genético deve ser levado em consideração, de maneira transversal e estratégica, pela iniciativa privada e pelo governo, na formulação de políticas públicas.
Diante desse cenário, o Brasil tem condições de consolidar sua liderança nos debates nacionais e internacionais sobre o tema, assumindo que a sua rica sociobiodiversidade, utilizada como plataforma de pesquisa e inovação de maneira sustentável, poderá trazer diferenciais competitivos para o país, criando novas oportunidades de desenvolvimento.
Se construirmos uma sólida visão de longo prazo e considerarmos a sociobiodiversidade um pilar estratégico, teremos condições de alavancar sólidos vetores de crescimento, assumindo ambições como: a transformação do país em um polo de biotecnologia mundial; a consolidação da liderança brasileira na produção de bioenergia; a valoração de nossos serviços ecossistêmicos, a fim de promover a inclusão social e a geração de novas fontes de riqueza para o país; e ainda a atração de investimento internacional para o desenvolvimento de novas tecnologias.
Propor soluções inovadoras para a conservação e o uso sustentável da biodiversidade é responsabilidade de toda a sociedade, mas a evidência do tema convida as empresas a assumir imediatamente esse compromisso.
É crescente o entendimento da sustentabilidade como valor, e vemos cada vez mais empresas que procuram se posicionar de maneira a aliar sustentabilidade e inovação, criando novos ciclos de crescimento. Vemos, também, um posicionamento mais ativo dos consumidores na valorização de iniciativas sustentáveis.
O setor empresarial deve ter o papel de um importante agente de mudanças, com potencial para promover uma necessária evolução dos processos produtivos e influenciar o processo de transformação dos atuais modelos de desenvolvimento. Há, aqui, uma grande oportunidade para a criação de novos negócios, de novos empregos e de novas competências.
Para tanto, devemos empreender esforços para a superação de gargalos decorrentes de um imperfeito marco regulatório de acesso ao patrimônio genético, que cria barreiras à inovação, gera incertezas jurídicas e afasta a iniciativa privada.
É imperativa a construção de uma nova legislação que de fato promova a conservação e o uso sustentável da biodiversidade brasileira, criando um ambiente seguro para a pesquisa e o desenvolvimento. Isso só será possível se o próximo governo fizer desse desafio uma de suas prioridades.
Somos um país megadiverso, com muitas riquezas culturais, sociais e ambientais. Devemos assumir como vocação fundamental a conservação e o uso sustentável da biodiversidade, inseri-la na visão de futuro do Brasil e servir de inspiração para outros países.
*Diretor-presidente da Natura
créditos, link aqui.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Consumo Responsável

Papel X planta = mercado


Foto: Divulgação Papel Semente
Ecologicamente correto. Uma matéria publicada esse ano aqui mostra como é possível plantar papel. Isso mesmo! O papel semente está ganhando cada vez mais espaço no mercado. A ideia é plantar o papel, que muitas vezes picado, iria para o lixo. Ele pode germinar e dar pequenos pés de cravo, camomila, manjericão e até rúcula.
Agora, envelopes, convites, cartões de visita podem ser feitos com um papel que contém grãos. Enterrando e regando os pedacinhos do papel picado, as plantas crescem. A coordenadora do Projeto Tear, Valéria Bianchini destacou “A ideia é de ser um papel que, em contato com o solo, se decomponha mais facilmente no meio ambiente e possa germinar”. Com fibras de alface e beterraba, por exemplo, é possível fazer belos papéis do tipo. Depois, é só acrescentar os grãos à mistura e deixar o material secar. No caso da grama, as primeiras folhinhas podem despontar em dez dias. “O papel semente trabalha com a questão do consumo responsável. E, por ser reciclado, ele se decompõe mais rápido”, disse Rosimeire de Almeida, monitora do Projeto Tear.

Foto: Divulgação Projeto Tear
A novidade é recente no mercado brasileiro. Não tem mais de dois anos. Dessa forma, pelo menos, temos a chance do papel não virar resíduo. Há a possibilidade até mesmo de se criar uma hortinha. Quem gosta de hortaliças, por exemplo, em vez de jogar o papel fora, deve enterrá-lo e regá-lo. Dali, vão brotar pés de rúcula, agrião, salsinha e manjericão. No entanto somente as sementes mais resistentes e pequenas podem ser misturadas ao papel.  Quem sabe  esse “encantamento” em ver brotar vida de um simples papel se torne uma grande corrente em favor do meio ambiente.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Sustentabilidade

Turbina eolicaComo Funciona a Energia Eólica

Como Funciona a Energia Eólica é uma serie de Vídeos sobre energia eólica, tipos de turbinas e como é feita a geração de energia Eólica.
créditos link aqui e confira o vídeo

domingo, 9 de janeiro de 2011

Sustentabilidade em Movimento: Você já ouviu falar de pegada ecológica?

Sustentabilidade em Movimento: Você já ouviu falar de pegada ecológica?: "Pegada ecológica é um termo utilizado para expressar o impacto que nossas ações e escolhas, com o objetivo de suprir nossas necessidades têm..."

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Meio ambiente

Luta por direitos civis incluiu o consumo consciente na agenda mundial

 15 de outubro foi instituído Dia do Consumidor Consciente no Brasil; conheça a trajetória do tema no exterior e como chegou e ganhou força aqui



O Dia do Professor é a comemoração mais conhecida, muito justa e importantíssima do dia 15 de outubro. Mas, desde o ano passado, o professor tem uma companhia ilustre a ser comemorada: o consumidor consciente. Sim, no dia 15 de outubro também se comemora o Dia do Consumidor Consciente...continue lendo,acesse:
http://www.akatu.org.br/central/noticias/2010/luta-por-direitos-civis-incluiu-o-consumo-consciente-na-agenda-mundial

 

Transição na GLOCAL 2010

Transição na GLOCAL 2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Meio ambiente

Introdução à Permacultura no Porto
No passado dia 2 de Outubro frequentei uma "Oficina de Permacultura", na Quinta da Gruta, na Maia,   iniciativa do Núcleo do Porto da Quercus destinada a dar a conhecer a filosofia da Permacultura...mais informações, acesse:
 http://sustentabilidadenaoepalavraeaccao.blogspot.com/2010/10/introducao-permacultura-no-porto.html

domingo, 17 de outubro de 2010

INOVE AMBIENTAL

Tetra Pak
Empresa investe há 50 anos em atitudes sustentáveis
Apesar de serem 100% recicláveis, somente 25% das embalagens Tetra Pak usadas são recicladas no Brasil


Desde sua criação, a Tetra Pak, líder mundial em soluções para processamento e envase de alimentos, tem a premissa da sustentabilidade em seu DNA. Assim, a empresa acredita em uma liderança industrial responsável, gerando crescimento com rentabilidade em harmonia com a sustentabilidade ambiental e boa cidadania corporativa...continue lendo,acesse:
http://www.inoveambiental.com.br/balaio_not.php?id_balaio=1

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Sustentabilidade
Vilmar Berna*, do Portal do Meio Ambiente

Para se chamar sustentável uma atividade deve respeitar, no mínimo, e de forma equilibrada, exigências ambientais, sociais e econômicas com o objetivo de atender as necessidades das atuais gerações sem comprometer o atendimento das necessidades das novas gerações no futuro...continue lendo,acesse:
http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/sustentabilidade/